Quadrado de Aljubarrota
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Últimas Notícias

  • EDITORIAL

    A recente discussão sobre a descida da TSU para compensar míseros aumentos salariais e fixação de salário mínimo, obriga a reflexões de todos.

    Portugal nivela sempre "por baixo"

    As estatísticas dizem que a qualificação dos empresários nacionais em elevada percentagem é inferior à dos funcionários que lideram.

    Gera, um problema de falta de visão empresarial, de capacidade de investimento e promoção do futuro e, até a um  incentivo para não estudar, aprender.

    De facto, aprender e estudar, para quê?

    As práticas empresariais em Portugal, visam sempre o enriquecimento rápido sem visão de investimento no futuro.

    Felizmente há exemplos contrários que devem ser saudados, mas, a percentagem de exemplos contrários é abundante.

    Descapitalizam as empresas, adquirem bens que não são resultantes de sucesso profissional, mas da descapitalização das empresas.

    Há exemplos de todo o tipo.

    Pagam salários baixos e o "resto" por fora prejudicando a segurança social e o fisco, mas também os próprios empregados que diminuem a capacidade de ter uma reforma decente.

    Beneficiam da pouca alternativa de emprego e do medo dos empregados.

    São actos indecorosos que não ajudam o futuro ou o crescimento expectável,menos ainda a necessária motivação individual.

    Urge colocar um ponto final em tudo isto e ultrapassar a composição das actuais lideranças empresarias das Confederações patronais que exibem um baixo nível de qualificação e, necessáriamente, nada a esperar da concertação social que deveria ser um factor de desenvolvimento e criação de oportunidades e, assim não é.

    O fausto que exibem é o inverso do insucesso empresarial das fábricas abandonadas que se encontram espalhadas por todo o país.

    Lamentável.

    [caption id="attachment_2898" align="alignnone" width="150"]abandono abandono[/caption] [caption id="attachment_2897" align="alignnone" width="150"]abandono, insucesso abandono, insucesso[/caption]

    PF

     

  • EDITORIAL

    Eleições antecipadas podem vir a ser necessárias

    Os bons resultados do Governo com o cumprimento de obrigações internacionais (défice em 2,3 %), o crescimento a aumentar, prevendo-se 1,7 para este ano, o desemprego a diminuir e as questões da banca em fase de "arrumação", considerados em simultâneo com as sondagens que colocam o PS à beira ou mesmo já com maioria absoluta podem empurrar para uma clarificação.

    Tal possibilidade que agrada a muitos sectores, do Presidente da República à necessidade do PSD encontrar um novo líder já que Pedro Passos Coelho se mostra "agarrado" à liderança, podem ser uma solução viável.

    A situação do PSD desagrada a todos excepto o cada vez menor círculo que rodeia o Presidente do PSD.

    O mau estar é generalizado e, por cada mês que passe, o PSD vê a distancia aumentar para o PS, consubstanciando-se nas dificuldades evidentes para encontrar candidatos com possibilidades de vencer as Autárquicas, casos especiais do Porto onde o PSD apresenta um desconhecido que não galvaniza ou, mais grave ainda, em Lisboa, ainda sem candidato.

    As figuras de proa do PSD temem uma pesada derrota e não arriscam.

    Eleições antecipadas provocariam o Congresso extraordinário do PSD e o afastamento de Pedro Passos Coelho que já nem o CDS de Assunção Cristas considera útil, vejamos o desenlace em Lisboa, a TSU e um conjunto de outras posições do líder do PSD, dia-a-dia mais arrogante, um pouco como que a "fugir para a frente" em desespero.

    O CDS acredita também que a situação o favorece, podendo crescer à custa do PSD.

    Acresce a tudo isto a dificuldade que o PS vai encontrando junto dos aliados de Governo, dia-a-dia mais intratáveis, com o BE e o PCP a renovarem exigências que António Costa pode não ter condições para realizar,  ou mesmo não desejar.

    Por todas estas razões, não surpreenderia o desencadear de Eleições antecipadas.

    [caption id="attachment_2883" align="alignnone" width="100"]Paulino B. Fernandes - Director Paulino B. Fernandes - Director[/caption]

    PF

  • Com a devida vénia ao nosso Colega Jornal de Oleiros. http://www.jornaldeoleiros.com/2017/01/07/oleiros/editorial-morreu-o-dr-mario-soares.html [caption id="attachment_2835" align="alignnone" width="150"]Liberdade para escrever e pensar. Obrigado Dr. Mário Soares Liberdade para escrever e pensar. Obrigado Dr. Mário Soares[/caption]

  • Com a devida vénia, reproduzimos a peça do nosso colega ( i ) o caso de Ana Margarida Carvalho, uma escritora brilhante que desejamos continuar a ler

    A jornalista que foi uma das grandes revelações da literatura portuguesa nos últimos anos denuncia nas redes sociais a forma degradante como foi afastada da revista "Visão"

    Ana Margarida de Carvalho, uma das mais admiráveis escritoras a notabilizarem-se no panorama literário nacional, partilhou hoje na sua página pessoal do Facebook uma mensagem em que diz que se sentiu "destratada e desconsiderada e humilhada e coagida a assinar um contrato de rescisão, tudo menos amigável", terminando assim da forma mais inglória uma carreira de 24 anos no jornalismo.

    Vencedora do Grande Prémio de Romance e Novela APE com o seu romance de estreia, "Que Importa a Fúria do Mar" (livro que tinha sido finalista do Prémio Leya), publicado em 2013, pela Teorema, já este ano publicou na mesma editora o romance "Não se Pode Morar nos Olhos de Um Gato".

    Além de, com apenas dois títulos, se ter firmado como um dos nomes mais seguros da ficção portuguesa, ao longo dos anos assinou reportagens que lhe valeram sete dos mais prestigiados prémios do jornalismo português, entre os quais o Prémio Gazeta Revelação do Clube de Jornalistas de Lisboa, do Clube de Jornalistas do Porto ou da Casa de Imprensa.

    Filha do também escritor Mário de Carvalho, Ana Margarida exerceu a actividade jornalística noutras publicações como a revista "Ler", o "Jornal de Letras" ou a "Marie Claire", e colaborou ainda com a SIC.

    Se este caso não é de todo incaracterístico, é bem ilustrativo da degradação da profissão, num processo em que os que mais lhe deram se vêem empurrados e substituídos por "seres anónimos e transitórios".

    Por outro lado, a mensagem da jornalista, mais do que um mero desabafo, pinta um retrato curioso da profissão, falando da inveja de que se viu alvo por parte de alguns colegas, e de como esta se mostrou "uma força mobilizadora".

    Revela ainda a sua estupefacção com o "talento desmesurado para a intriga" revelado por esses colegas sem especial talento para o jornalismo e que, se infere, terão feito os possíveis para castigar a jornalista que resolveu ser uma grande escritora.

    DEBITUÁRIO ( Por Ana Margarida Carvalho ) Havia um autor famoso que dizia 'fala sobre o que quiseres, mas não escrevas sobre a vidinha'. Pois venho desobedecer-lhe, é justamente da vidinha que eu venho aqui tratar.

    Da minha.

    E quero, antes de tudo, agradecer a tantos e tantos amigos e colegas (alguns distantes) que se interessaram e quiseram saber e me telefonaram e mandaram mensagens.

    Nem imaginam como foi importante para mim.

    Não vou esquecer.

    Os que não me falaram, não se preocupem, eu já esqueci. 1º- Não deve haver nada mais inglório do que acabar uma carreira de 24 de jornalismo num gabinete de um director de recursos humanos. 2º- Não deve haver nada mais inglório do que ter de enfrentar sozinha um destes seres anónimos e transitórios, sem uma única palavra de explicação, de apoio e de solidariedade de quem devia e podia. 3º- Não deve haver nada mais inglório do que ser destratada e desconsiderada e humilhada e coagida a assinar um contrato de rescisão, tudo menos amigável. 4º- Este meu despedimento não foi a pior coisa que me aconteceu naquela redacção. Foi apenas a última. 5º- Não guardo qualquer ressentimento em relação a esta direcção. É tão má como qualquer outra anterior (sem contar obviamente com a do Carlos Cáceres Monteiro, o único director, grande-repórter, líder que conheci).

    Estes apenas fazem o que lhes mandam- e mal. São outros seres anónimos e transitórios.

    E estão assustados (no sentido brechtiano do termo) 6º- Cometi um erro: foi levar o jornalismo demasiado a sério, quando ele não queria ser levado a sério. 7º- Não, cometi, dois erros: o de a certa altura da minha vida ter colocado o jornalismo à frente de tudo. Da literatura, sim (comecei a escrever muito tarde), dos meus próprios filhos, quando eram pequenos - e isto dói. 8º- Terceiro erro (há sempre um terceiro): estava sempre tão atolada em trabalho, tão concentrada nas reportagens, nas entrevistas, numa correria, cheia de entusiasmos - o que não faz mal nenhum porque era muito nova, tinha muita energia, mas tinha muita ingenuidade também. Resultado: nunca dei conta, a tempo, de como a incompetência e falta de talento estão associadas, por sua vez, a um talento desmesurado para a intriga e para o 'mau coleguismo'. Palavra que não fazia ideia de que a inveja podia ser uma força tão mobilizadora. 9º- No jornalismo conheci as piores pessoas, as mais cobardes, as mais desleais, as mais mesquinhas, as mais medíocres, as mais desinteressantes, as mais incompetentes, as mais desonestas, algumas nem sabia que podiam existir (achava que era só nos livros, enfim)... Mas depois conheci pessoas maravilhosas que se tornaram amigas de infância. E isso vale tudo e apaga o resto. 10º- Por causa do jornalismo contactei de perto com personalidades admiráveis, fui a sítios onde jamais iria, conheci mundos outros.

    Nunca cometi nenhum erro grosseiro, nunca falhei um prazo, nunca me atrasei na entrega de algum trabalho...

    Devo-lhe muito, mas não farei as pazes com o jornalismo tão cedo.

    Talvez um dia. Porque o trabalho é um direito, não apenas um dever, a minha vontade é, juro, ir-me embora, sair do país, ir fazer voluntariado para um sítio longínquo e perigoso, onde não me considerem «dispensável».

    Bom... depois do Natal logo vejo... Obrigada a todos os que chegaram até aqui.

    • Ana Margarida Carvalho no Facebook
    Nota do Director Obrigado Ana Margarida Carvalho [caption id="attachment_2804" align="alignnone" width="150"]Ana Margarida Carvalho Ana Margarida Carvalho[/caption]

  • Os Comandos nasceram no Exército Português como forças especiais de contra guerrilha

    A criação doas Comandos correspondeu à necessidade do Exército dispor de unidades especialmente adaptadas ao tipo de guerra que, em 1961, começou em Angola e que, depois, se estendeu à Guiné e a Moçambique

    O primeiro objectivo que se pretendeu atingir foi: “…constituir uma tropa especialmente preparada para as operações de contra guerrilha…

    A história dos Comandos começou em 25 de Junho de 1962, quando em ZEMBA, no norte de Angola, foram constituídos os primeiros seis grupos de combate, daqueles que seriam os antecessores dos Comandos.

    Os seis grupos obtiveram excelentes resultados operacionais.

    Em 1963 surgiu então, pela primeira vez, a designação de COMANDOS para as tropas instruídas no Centro de Instrução 16 em QUIBALA (Angola).

    Em 13 de Fevereiro de 1964, iniciou-se na NAMAACHA (Lourenço Marques) o 1º Curso de Comandos de Moçambique.

    1965 - Passa a funcionar em LUANDA o Centro de Instrução de Comandos, criado por decreto-lei nº 46410 de 29 de Junho 65, que formaria Companhias de Comandos durante 10 anos, com destino às Regiões Militares de Angola e Moçambique (RMA, RMM).

    1966 - Em Abril, é criado em LAMEGO um novo CI, onde passam a ser formadas Companhias de Comandos para os Teatros de Operações da Guiné e de Moçambique.

    1969 - Em Julho, é criado em BISSAU (Guiné) o Batalhão de Comandos da Guiné, que passa a integrar todas as Companhias de Comandos em actuação no Teatro de Operações da Guiné e, simultaneamente , funciona como CI, onde são formadas e recompletadas as 1ª, 2ª e 3ª Companhia de Comandos da Guiné.

    04Jul74 - É criado o Batalhão de Comandos nº 11, que fica aquartelado na Amadora, onde são integradas ou formadas as Companhias de Comandos.

    25Nov75 – O Regimento de Comandos intervém vitoriosamente e de forma altamente meritória nos destinos político-militares de Portugal, consolidando em definitivo a democracia e a liberdade conquistada em 25 de Abril de 1974 1976 - Nos diversos Centros de Instrução e até 1976, formaram-se um total de 67 Companhias de Comandos, que souberam sempre combater com determinação e valor, em todos os Teatros de Operações

    01Out93 - É extinto o Regimento de Comandos 1996 – É ministrado o 99º Curso de Comandos, no Centro de Instrução de Operações Especiais / Lamego 09Maio02.

    É reactivada a Unidade de Comandos, de escalão Batalhão a 2 Companhias, sedeada no Regimento de Infantaria Nº 1 - Serra da Carregueira

    16Set02 - Início do 100º Curso de Comandos.

    01Jul06 – É criado o Centro de Tropas Comandos (CTCmds).

    Por Despacho nº 131/CEME/2006 de 26Junho, com base no Anexo ao DL nº 115/2006 (2ª série) de 16 de Junho.

    31Mar08 - O CTCMDS é transferido do Quartel do Alto da Vela para o Quartel da Carregueira pela Directiva Nº12/CEME/08 de 10 de Janeiro.

    31Jul15: Em cumprimento do determinado no Decreto Regulamentar n.º11/2015, o Centro de Tropas Comandos retomou a designação de Regimento de Comandos (RCmds).

    • Em breve os nomes dos vários CMDT's das Companhias.
    • [caption id="attachment_2384" align="alignnone" width="150"]Comandos Comandos[/caption]

    ..............

    A triste notícia do falecimento de dois jovens nos treinos de candidatura a Comando, deixou todos os militares, familiares e amigos tristes. 

    [caption id="attachment_2387" align="alignnone" width="150"]Soldados da &º Companhia Soldados da 6ª Companhia[/caption]

    Quase todos os que combatemos, passaram por situações muito difíceis que não esqueceremos.

    Reconhecemos que os cursos devem ser adaptados ao tempo em que estamos, à evolução tecnológica, à ampliação de meios de apoio.

    [caption id="attachment_2388" align="alignnone" width="150"]38ª de Comandos 38ª de Comandos[/caption]

    Não tem discussão, tal como não é discutível o fim do regimento, algo que só pode pedir quem não teve o previlégio de defender o seu país, vestir a farda.

    Esse sentimento só os que a vestiram podem sentir.

    Penso e sou sincero, acredito que ao Ministro da Defesa não terá passado pela cabeça tal solução e, acredito também que o Presidente da República não o permitiria.

    O Regimento de Comandos ( a unidade com maior número de Torres Espada ), a mais alta condecoração para um militar está para durar.

    [caption id="attachment_2385" align="alignnone" width="150"]Jaime Neves Jaime Neves[/caption]

    As suas distinções são imensas, da guerra em África ao Afganistão onde o CMDT Chefe, um General Britânico, afirmou que nunca havia comandado Homens de tão elevada craveira.

    Tive o previlégio de conviver com muitos, privar com outros, ser Amigo de muitos. Seria fastidioso mencionar todas os que o mereciam e todos percebem essa impossibilidade, mas, não posso nem devo esquecer Homens como Jaime Neves, Raúl Folques e outros.

    [caption id="attachment_2386" align="alignnone" width="150"]Raúl Folques Raúl Folques, Cor. CMDT da 38ª[/caption] [caption id="attachment_2384" align="alignnone" width="150"]Comandos Comandos[/caption]

    A terminar, fica claro que nos bateremos em todas as frentes em defesa do Regimento.

    PF

  • O desastre Lula da Silva A História já não poupará este homem pequeno de cultura. Vindo do operariado, chegou a Presidente e, ao sair colocou lá uma "mulher de mão" que agora procurou ordeiramente salvar o protector. Ambos terão um fim feio, esperando-se apenas que não arrastem o país para um desastre ainda maior. Lula transformou-se num pesadelo para tantos amigos que o admiravam e prejudica a imagem do seu país e não só. A Justiça no Brasil vê-se envolvida muito negativamente neste escabroso processo, ao ver um Juíz Federal ( Itagiba Catta Preto Neto ) que nome, figura das manifestações de rua que escutou a ainda Presidente Dilma Rousseff e, não satisfeito pela quebra grave, coloca a escuta na internet. Lamentável. Dois homens e uma mulher que podem arrastar o país irmão para um enorme desastre. Desejamos que o Brasil com uma das classes políticas mais corruptas do mundo, se livre dos três e afugente dezenas de outros sem que um desastre se verifique. [caption id="attachment_1871" align="alignnone" width="150"]Lula da Silva Lula da Silva[/caption] PF

  • O Congresso do CDS vai eleger este fim de semana novo líder, no caso Assunção Cristas. Paulo Portas, político inteligente, culto, dá o exemplo. O ciclo mudou. Pena que o estafado Jerónimo de Sousa (PCP) e Pedro Passos Coelho (PSD) não tenham ainda percebido esse novo tempo e estejam ali na Assembleia da República, constituídos em abcessos da mesma, paralizados, inoperativos e a remar contra a maré. [caption id="attachment_1855" align="alignnone" width="139"]Paulo Portas Paulo Portas[/caption] PF

  • EDITORIAL

    A muito poucas horas do ainda Presidente deixar de o ser, importa uma nota. Nota prévia - Declaração de interesses Nunca votei em Cavaco Silva. Reconheço no entanto que ocupou os cargos democráticamente, isto é, foi eleito pelos seus concidadãos. Isto faz toda a diferença e importa salientar desde já. (Fim de nota prévia). ... Que levou Cavaco Silva a tão grande descalabro? Seguramente o facto de ser um Presidente distante, interessado nos benefícios próprios, rodeado de gente má (erva daninha)... É pavoroso ver as caras de quem o rodeava e rodeou sempre. Interessado nos bens próprios fez negociações de acções do BPN com mais valias extraordinárias, impossíveis de deixar de classificar como "pagamento de favores". Escolheu receber as chorudas reformas ao invés do salário de função e num momento de grande dificuldade no país, apresentou queixas de ganhar pouco... Foi sempre um homem parcial. Saíu pobre da terra e regressa muito rico, este o saldo. Dito isto e pegando na Nota Prévia, faz mal aos portugueses terem tido um Presidente tão mal amado e incomoda mesmo ver como é tratado nas redes sociais e na rua. É um verdadeiro incómodo pessoal. Mas, finalmente chegou o dia da partida que tardava. É um momento de esperança. Estou certo que Marcelo Rebelo de Sousa não vai especular com acções nem abdicar de receber o salário que lhe compete. Estou ainda seguro que vai ser um Presidente próximo e que se rodeará dos melhores e, isso é já evidente. Boa sorte Presidente. [caption id="attachment_1850" align="alignnone" width="150"]Paulino B. Fernandes Paulino B. Fernandes[/caption] PF