A Última das Civilizações

Radiações com a origem numa Super Nova ou a queda de um grande meteorito, foram as causas prováveis que levaram à extinção dos dinossauros, e de quase toda a vida existente na Terra há 65 milhões de anos.

Não se sabe se o fenómeno foi provocado para por em marcha um lento processo de evolução, com o objetivo de um “ser” atingir a inteligência.

A discussão sobre este tema milenar, coloca à ciência de topo uma questão; se fomos ou não “criados” por Seres infinitamente mais poderosos que o homem, em que a diferença entre nós e Eles é tal, que se estabelecermos um padrão em que Eles assumiriam o nosso lugar, em comparação os humanos não passariam de simples bactérias.

Conhecedores e manipuladores da física e da genética; Eles, a quem na idade média chamaram de Deuses ou “Filhos da Luz” pelos uniformes brilhantes e resplandecentes, teriam desencadeado todos os acontecimentos através de uma seleção que conduziria o homem à sua semelhança.

O nosso desenvolvimento tecnológico, tem ajudado na pesquisa para sabermos quem na realidade somos, e qual o motivo ou a causa que lhe está subjacente; para que Seres com uma diferença inimaginável em inteligência e poder, estejam interessados em nós. Fizemos avanços no domínio da eletrónica e noutras áreas, que no nosso conceito chamamos de milagres; e nos últimos 70 anos alargámos exponencialmente o nosso conhecimento nos campos da Física e da Astronomia, da Biologia e Genética, e até conseguimos sair do nosso habitat a Terra; colocámos o homem na lua e enviámos várias máquinas para um espaço mais alargado, em que algumas naves por nós construídas já ultrapassaram os limites do nosso sistema Solar.

Numa reflecção aos últimos 200 anos do nosso desenvolvimento, ele foi quase todo no campo “belicista”; e por conseguinte começámos a constituir um perigo para todas as espécies incluindo a nossa; destruindo tudo em que nos envolvemos, porque a nossa génese é de natureza destruidora.

Sabemos que a atual civilização foi precedida por várias outras espalhadas por todo o globo terrestre, mas pouco se sabe daquelas que se lhes perdeu o rasto. Algumas nunca chegarão ao nosso conhecimento, ou porque se encontram debaixo das calotes polares, ou ainda outras civilizações que serviram de ensaio e que depois se extinguiram.

A nossa civilização será uma das mais curtas de sempre, não obstante ser provavelmente a que mais longe chegou em tecnologia.

A mais antiga que temos conhecimento, resultou da união de diversos povos que habitaram a Mesopotâmia, tendo os assírios e os sumérios que inventaram a escrita, um grande peso na civilização Babilónica que prosperou há aproximadamente 7.000 anos, nas margens dos rios Tigre e Eufrates (hoje região do Iraque); tendo sido destruída com a chegada dos persas a que se seguiram os Egípcios e depois os Romanos.

Civilização Mesopotamica

Civilização Mesopotamica

É precisamente num período intermédio, que os humanos são confrontados com fenómenos de aparições na Terra onde se fala de “carros de fogo”; mas só no século XX é que as aparições foram em grande escala e em locais diferentes que nunca tiveram qualquer contato; constituindo um enigma, que se tenham desenvolvido ao mesmo tempo várias civilizações; e que tiveram o seu auge em simultâneo, sem qualquer conhecimento umas das outras; aparte a Hebraica e a Romana que deram origem à Cristandade.

Civilização Hebraica

Civilização Hebraica

Para além da cultura Maia e da Inca, a mais enigmática de todas é a Chimú, cuja Capital Chan Chan tinha o tamanho de Paris.

Foi uma Cidade bem organizada com largas avenidas, pouco se sabendo desta incrível civilização que foi barbaramente destruída pelo Império Inca; que não deixou para a posteridade o legado, daquele que foi um dos povos que mais próximos estiveram de uma sociedade quase perfeita. Algumas Ruinas e as famosas pistas no Planalto de Nazca, são evidências de que aquele povo talvez tivesse recebido visitas extraterrestres.

Nazca

Nazca

Os Incas que dominaram um território com dobro da França, foram um povo bárbaro e inculto cujo Imperador Pachacuti reinou durante 103 anos, sendo um dos responsáveis pela destruição dos Chimus; abdicou a favor do filho aos 125 anos, tantos quantos os que viveu.

Chan Chan a Capital, floresceu numa zona próxima onde se encontra hoje a Cidade de Trujillo no Peru; diz-se terem tido várias visitas alienígenas, e que as pistas de Nazca seriam mapas de orientação e campos de aterragem de Veículos Espaciais.

Os incas pagaram cara a destruição de Chan Chan, quando 180 bárbaros espanhóis chegaram ao Perú no Século XVI, exibindo armas de fogo que os incas desconheciam, os homens de Pizarro logo foram tomados por deuses; começou a grande chacina, onde as doenças transmitidas pelos espanhóis, em pouco tempo dizimaram mais de metade dos 16 milhões de incas.

Para os cientistas em particular os Astrónomos, o mistério das pistas de Nazca continua envolvido em mistério; talvez os chimus, estivessem a aproximar-se da moral que é o princípio do caminho que conduz à perfeição.

Não restam dúvidas que existiram civilizações antes de nós, que não deixaram ou não quiseram deixar rasto; poderia ter sido uma regra imposta, que consistia na destruição de todos os vestígios da sua presença.

O homem é uma fantástica “máquina biológica”, mas é possível que a atual Civilização em que vivemos possa ser a última; numa luta feroz pelo consumismo, ultrapassámos a “marca” que coloca em alto risco a sobrevivência da nossa espécie.

OBS: Neste momento, florescem em todo o Cosmos milhões de Civilizações; algumas delas, estão muito mais avançadas em tecnologia do que nós; que em nada têm a ver, com um “DEUS Supremo Único” que o Autor acredita existir.

* Joaquim Vitorino

Astrónomo Amador, Colunista Especializado e Sub-Director do Jornal de Vila de Rei

 

 

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Paulino Fernandes
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