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De Boston, Serviço Especial
* Com Eliane Brick 
Votaram antecipadamente 2000 pessoas de um tota superior a 40 milhões em todo o país. As sondagens são para todos os gostos.
Numas ganha Clinton em outras Trump…
Amanhã se verá.
EBrick
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Falta 1 dia ( horas…)
O FBI pode ter dado a vitória a Trump?
Ou não, após a clarificação que ontem avançou ao informar não haver matéria para qualquer processo. É bom.
Hoje e o dia de Carlos Reis, nosso convidado e, com ele encerraremos as posições que trouxémos no plano pre-eleição
Intensificam-se as acções de campanha, a proximidade entre os dois candidatos é preocupante para todo o mundo, pois desejamos ver uma distancia maior entre Clinton e Trump.
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A opinião de Paulo Freitas do Amaral

Hillary, um mal menor necessário…Michelle era ideal…

Nunca simpatizei com Hillary mas nas condições atuais em que a campanha americana se tornou, é necessário que os americanos a tornem na próxima presidente do seu país .

 Confesso que cheguei a pensar que Trump traria uma abanão no seguidismo e nos males que os partidarismos hoje consagram mas a sua falta de princípios e valores de tolerância para com os que não se enquadram no seu padrão ideal, representa hoje um perigo não só para a américa mas também para o mundo inteiro.

Ainda estará para vir realmente um candidato que possa afrontar os “estabelecidos” mas com valores de paz e de progresso.

Quanto aos escândalos de Hillary, não me surpreende que estes e outros surjam em breve, os truques de bastidores do poder, a forma com que foi eleita internamente, os episódios no passado na campanha contra Obama, já nos disseram muito sobre esta mulher que acho realmente ser um mal menor necessário para o mundo tendo em conta o seu adversário.

 Espero é que seja mesmo só por um mandato e que Michelle Obama se chegue à frente na próxima eleição por ela sim, seria a pessoa ideal para estar a disputar estas eleições. Senão vejamos:

Tem conhecimento, poucos vícios de poder (comparando com Hillary), carisma, popularidade e demonstrou  ser uma 1ª dama com a “garra” suficiente para tornar o mundo onde vivemos bem melhor.

Estas eleições americanas tornaram a inicial e saudável irreverência de Trump num carnaval grotesco de intolerância e racismo e a experiência acumulada  de Hillary numa insarável desconfiança do povo em relação à candidata que muito dificilmente recuperará durante a sua governação, no caso de ganhar as eleições.

Esperemos pois que o resultado seja aquele que quase todos ambicionamos para o bem dos americanos e para o nosso!

Paulo Freitas do Amaral

Paulo Freitas do Amaral

  • Paulo Freitas do Amaral, Articulista Especializado, convidado
* Ponto de vista a partir da Alemanha

QUE PENSA A ALEMANHA SOBRE HILLARY CLINTON E DONALD TRUMP

A ALEMANHA DESEJA A VITÓRIA DA DEMOCRACIA À SPD E MAIS MULHERES NO GOVERNO DO MUNDO

Donald Trump, o candidato incorreto que é alérgico à imprensa da capital e se apresenta como o salvador dos prejudicados pela globalização, mete medo à Alemanha.

Por isso a imprensa tem-no muitas vezes apresentado como um monstro.

A vitória desejada para Clinton significaria para a Alemanha a afirmação da necessária presença feminina no poder mundial e ao mesmo tempo a continuidade na harmonia concordante no estilo democrático do SPD.

Segundo sondagens na Alemanha 75% deseja a vitória a Hillary Clinton e 4% a Donald Trump, 20% a nenhum dos dois e 6% abstêm-se (Statista, Novembro).

Parte dos alemães têm medo de se afirmar mais na Alemanha o grupo dos “Puti-verstehern” (Compreendedores de Putin) na eventualidade de Trump ser eleito.

A opinião pública e a classe política alemã sentiam-se entusiasmadas com o derrapar de Donald Trump. Desde que FBI se debruçou sobre os emails de Hillary Clinton  e a sua popularidade começou a descer para o nível das sondagens de Trump a preocupação pública aumentou.

O trauma do medo nacionalista paira sobre a alma alemã como uma espada de Démocles. Trump é o melhor gancho para tais receios de que os autocratas movidos pelo nacionalismo se afirmem. Naturalmente um medo comum a grande parte da classe política europeia estabelecida.

A Alemanha, com uma mulher no topo da política e da governação e talvez como compensação contra uma certa masculinidade da economia e da forma de governo, deseja ver Clinton como mais um luzeiro feminino no horizonte das nações poderosas.

A vitória de Clinton seria vista como mais um passo em frente no sentido do equilíbrio dos pratos da balança do domínio masculino e feminino na arena política.

Muitos sentem a democracia ameaçada com homens machistas com é o caso da Turquia, Rússia, China, Filipinas, Coreia do Norte, etc…

 Além disso, uma Alemanha que se considera como um motor da EU e como representante do sistema da EU não suporta um candidato à presidência como Trump, que coloca na ordem do dia temas escandalosos, muito embora ele não esteja isento de escândalos sexistas e de fraude fiscal.

Na sociedade pensante alemã, porém, domina a convicção que a democracia dos USA é estável e também seria capaz de aguentar um Donald Trump sem sofrer danos porque ele não poderia governar sozinho.

Ele consegue movimentar o sonho de uma América que deseja voltar a ser grande.

A eleição de Clinton significaria para a Alemanha a afirmação da afirmação da necessária feminidade e em sintonia com o ideário político do SPD.

Por isso o poder estabelecido alemão deseja, de coração a vitória de Clinton. Preferem o da economia ao da testosterona. Além disso os alemães não gostam de experiências arriscadas na política, preferem a normalidade do trabalho político para o cidadão normal; o que não quer dizer que estejam de acordo com alguns aspectos da política de Clinton.

António Justo

António Justo

. António da Cunha Duarte Justo, Correspondente na Alemanha

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* Pedro Quartin Graça, Articulista convidado

TRUMP – O homem que abanou o Sistema * 

Hillary é a candidata do passado. Nós somos o movimento do futuro!” – este é um dos motes mais usados por Donald Trump nos seus comícios um pouco por todo o país.

A três dias das eleições de 8 de Novembro, a mudança pode efectivamente chegar aos Estados Unidos.

Depois do Brexit britânico que deixou os homens da Nova Ordem Mundial atarantados, nada mais faltava agora, para que a tempestade fosse perfeita, do que a possível vitória de alguém que, tendo beneficiado do Sistema, agora o apelida de corrupto e o combate com aparente convicção.

“Os discursos de Trump são despretensiosos, sem a típica hipocrisia política frequente no conservadorismo”, escreveu há dias um insuspeito jornal russo.

Na verdade assim é.

Tivemos a oportunidade de ter visto de forma integral, pelo menos, oito dos seus comícios, todos eles com mais de 15000 pessoas a assistir e outras 40000 em directo via Facebook. Trump esteve neles “como peixe em água”.

Abordadando repetidamente de forma crítica matérias como o Obamacare, que combate, o corte de impostos, que advoga, o combate ao desperdicio de empregos, a proteccão da liberdade religiosas e da 2ª emenda, a ajuda aos veteranos de guerra, o muro que quer construir na fronteira com o México, a reconstrução do Exército, a construção de mais de 300 novos barcos para a Marinha, o combate ao ISIS e a sua oposição à política de Obama/Clinton contra a Rússia, Trump promete fazer nos 100 primeiros dias da sua presidência algo de muito diferente.

Com uma feroz crítica aos seis triliões de dólares gastos pelos EUA nas guerras no médio Oriente, em terras distantes e na tentativa de proteger Estados que Trump diz nenhum americano conhecer, a par da crítica à manutenção da segurança junto das fronteiras internas dos Estados Unidos de forma muito deficiente, o candidato republicano advoga uma educação melhorada, o reforço da polícia e a existência de um Governo ao serviço do povo.

Uma América mais forte, mais saudável, maior, é este, no fundo, o guião do seu discurso.

Conseguirá Trump vencer?

É difícil mas não é impossível.

A sua vitória depende essencialmente de duas coisas: a de se saber se os mais de 20 milhões que já haviam votado na sua adversária antes das novas revelações sobre os e-mails e os servidores de Hillary são suficientes para suster a verdadeira vaga popular que aparenta levar Trump à vitória depois daquela revelação e, a segunda, quem alcança mais depressa os 270 “delegados” que são essenciais para que qualquer dos principais candidatos vença.

Mas, mais do que qualquer especulação, e para melhor se perceber o que está em jogo e quais as reais hipóteses de Trump, o candidato que abala o Sistema, nada como ouvir Julien Assanje, fundador da Wikileaks, em entrevista dada a 5 de Novembro deste ano. https://www.rt.com/news/365405-assange-pilger-full-transcript/#.WB2EKMV76wI.facebook.

Está lá tudo.

Para muitos a verdade inconveniente que o Sistema nunca quis que fosse revelada.

A 8 de Novembro se verá se Trump mudou uma páginas da história.

Pedro Quartin Graça

Pedro Quartin Graça

Trump

Trump

 

 

 

 

 

*Pedro Quartin Graça

(Professor Doutor,

Articulista convidado)

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O Ponto de vista na Europa (Genebra)

USA ▪ presidenciais 

Tony Teixeira

Tony Teixeira

A poucos dias dos americanos exercerem o seu direito de voto, o mundo está na expectativa para saber a quem será entregue o destino dos USA, e quiçá, do mundo que, queiramos ou não, está dependente do poder que os americanos exercem, nem sempre da melhor forma.
Na grelha de partida para suceder a Barack Obama estão duas pessoas totalmente distintas e com visões políticas particularmente antagónicas.
A advogada Hillary Clinton e o todo-poderoso Donald Trump.
Hillary Clinton, uma figura de bastante prestígio e popularidade é alguém que garante uma presidência sem chauvinismos nem racismos e totalmente virada para o povo, sem descurar, óbviamente, a defesa da engrenagem que faz girar a América.
Por sua vez, Donald Trump é alguém que, olhando em demasia para o seu umbigo, defende precisamente o contrário, ou seja; o Sr. Trump é aquilo a que se pode chamar um homem do poder, mas daquele poder que apenas favorece os grupos financeiros a que ele, como se sabe, pertence !
Se o povo americano confiar os seus destinos a este candidato que se poderá vir a tornar um ditador de costas voltadas para o essencial, será *em minha opinião* uma opção catastrófica.
Sei, sabemos todos, que a Sra Clinton tem as suas falhas (como qualquer mortal, aliás) mas permito-me concluír este artigo de opinião dizendo que:
Pior que uma pessoas com falhas / Só uma pessoa que quer falhar !!!
* Tony Teixeira em Genebra
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O nosso Jornal, integra a pool e jornalistas que vai fazer a cobertura das Eleições americanas a partir de dia 5 e até ao resultado final.

Foram fundidas para esta acção as redacções dos jornais de Oleiros, Jornal de Vila de Rei e do Jornal Povo de Portugal.

Mas, as Eleições são nos EUA e, necessáriamente é lá a acção principal.

Por esta razão contaremos na Equipa com a Rádio PAMA, USA e o apoio da Director da Estação, Nelson Leite.

Eleição USA

Eleição USA 

Nelson Leite (à esqª)

Nelson Leite (à esqª)

 

 

 

 

 

Eliane Brick em Massachusetts e Xana de Oliveira Duarte no Michigan.

Xana de Oliveira Duarte

Xana de Oliveira Duarte

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Eliane Brick

Eliane Brick

 

 

 

 

 

 

António Justo (Alemanha), Corresponde na Alemanha

António Justo

António Justo

 

 

 

 

 

Além das equipas dos jornais em Portugal, recorremos a conceituadas entidades públicas de reconhecida credibilidade, como os Drs. Pedro Quartin Graça, Carlos Reis e Paulo Freitas do Amaral. 

Paulo Freitas do Amaral

Paulo Freitas do Amaral

Pedro Quartin Graça

Pedro Quartin Graça

 

Carlos Reis

Carlos Reis

 

 

 

 

 

Ainda o ponto de vista da Europa a partir de Genebra com Tony Teixeira. 

Tony Teixeira

Tony Teixeira

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Necessáriamente, teremos opiniões diferenciadas o que presumimos enriquecerá a análise que pretendemos aberta e objectiva.

As Eleições americanas vão ainda eleger Senadores, Xerifes, Representantes escolares, etc, etc, reservando a nossa atenção especialmente para o Senado que os Democratas pretendem recuperar.

Neste momento, agradecemos aos nomes já anunciados, o apoio incondicional.

Bem hajam.

Os Clinton e os Trumps ainda...amigos

Os Clinton e os Trumps ainda…amigos ( com a devida vénia ao New Yortk Times)

 

PF

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Paulino Fernandes
O BLOG Povo de Portugal é originado pelo título original de "Jornal Povo de Portugal". Nasceu em 19 de Novembro de 2007. Data em que nasceu o Jornal Povo de Portugal, editado durante vários anos em papel, foi percursor dos Jornais de Oleiros e de Vila de Rei. Percorreu a Europa, ligou os Portugueses espalhados pelo mundo com inegável sucesso. Vicissitudes várias, determinaram a suspensão que agora acaba, retomando as edições em online numa primeira fase como BLOG. Os insistentes incentivos de tantos Amigos espalhados pelo mundo, determinam a indispensabilidade de admitir esta medida que aqui anuncio com prazer e ambição. Voltaremos em breve a estar reunidos na defesa dos mesmos valores, dos mesmos objectivos, agora sob a designação de BLOG.