Compreensivelmente, vários dirigentes europeus e mundiais acordaram para um problema sério.
O problema grego não é só financeiro. É estratégico.
A linha dura europeia vai ficando fraccionada e, Merkel pode não seguir os radicais (Holanda, Portugal e Hungria) e “acordar tarde “, mas ainda a tempo de evitar um mal maior.
Depois da China dizer que “está ali para ajudar…“, do namoro russo, Barak Obama fala mais forte e exige solução a Merkel.
A Grécia e Portugal possuem dívidas impagáveis.
É necessário um perdão de dívida que pode ter um nome menos feio. Não há mesmo outra solução.
Já com a crise instalada, pode ainda ser criada a tardia solução que se torna dia-a-dia mais inadiável, evitando-se males bem maiores.
PF
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