Ano após ano, mês após mês, a dívida portuguesa não pára de crescer.
Os juros asfixiantes, colocam em evidência a necessidade de encontrar soluções urgentes.
Portugal, assim, nunca será competitivo, nunca terá futuro.
Gerações e gerações continuadamente estarão endividades.
Actualmente, cada português já deve 21 300 euros e a dívida continuará a subir.
Portugal nunca deveria ter tomado a posição que tomou na questão grega e, ao invés, deveria ter colocado a questão das renegociações de dívida extensivas aos países do sul.
Será por esta questão não resolúvel que François Hollande quer uma UE a seis, liderante e sem estes países?
* Fonte: CM, com a devida vénia
PF
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Pena que no debate “dívida pública” não esteja envolvida toda a imprensa portuguesa; os números acima expostos falam por si, mas é preciso não esquecermos que apenas 1/5º dos portugueses estão a trabalhar para pagar a divida, e será muitos anos assim; o que caberá a cada um deles não 21.300 mas sim 106.500 euros a que se somam as suas dívidas pessoais; é esta a incomensurável verdade que todos os que verdadeiramente têm beneficiado da dívida pública nos querem esconder. Eles são toda a classe política, quer seja no governo ou na oposição que tomaram conta do país. Esse quinto dos portugueses, que têm sobre os ombros a (brutal e criminosa dívida) são a “dita” classe média em Portugal que dado o exposto, há muito deixou de o ser; porque passaram ao estatuto de pobres, que estão de passagem para a mais que certa pobreza sem regresso.