A enormidade deste movimento de massas na Europa vai lentamente criando situações de confronto e de impossibilidade de resolução.

A Europa não está preparada para receber as centenas de milhares de pessoas famintas que fogem da guerra.

Uma coisa era organizar a vinda de pessoas para os diferentes países, outra é receber milhares por dia.

A situação tende a descambar para o pior.

Depois da Húngria fechar a fronteira com a Sérvia, outros países seguem o exemplo como a Alemanha, a Áustria, Eslováquia, Eslovénia e a França pode seguir o exemplo tal como a Itália.

Cabe aqui uma palavra à Itália e à Grécia que têm estado na primeira linha desta avalanche.

Não há casas, comida, saúde, nada.

Como resolver?

Seguramente é necessário parar a vinda de pessoas e, entretanto conseguir acolher alguns de acordo com a dimensão dos países e até do seu desenvolvimento.

Isto demora tempo e o que se vê actualmente são já situações extremas.

A única maneira de o fazer é intervir militarmente na origem.

As diferentes sociedades vão entrando em preocupação crescente substituindo o inicial voluntarismo por prudência.

Começam a preocupar-se com a destruição do mercado habitacional, a necessidade de comida em larga escala,medicamentos, o emprego (que já não existe) e até o convívio entre populações vai atemorizando. Em Portugal há claramente duas visões do problema.

Quem vive nas cidades principais e vê o que se passa nas ruas, com pessoas caídas, sem emprego e com fome, sente o problema de forma diferente daqueles que ainda vão estando no interior afastados de tão grande problema.

O problema é verdadeiramente sério e preocupante e é a própria União Europeia que vai ficando em causa e a própria Democracia será atingida com o crescimento da extrema-direita e dos Partidos xenófobos. Uma verdadeira guerra de civilizações está em curso.~PF

Situação de catástrofe

Situação de catástrofe

Fronteira Húngara

Fronteira Húngara

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