Trata-se de um governo fraco de figuras que aceitam sacrificar-se durante alguns dias.
Perde figuras de peso como Pires de Lima, Paulo Macedo, Poiares Maduro e Nuno Crato.
Outras, naturalmente, caso de Anabela Rodrigues vão embora.
Surpreende a manutenção de Rui Machete, mas, evidentemente, não havia candidatos…
Uma ou outra ascenção são necessidades resolvidas com a “prata da casa”, casos de Carlos Costa Neves, Teresa Morais, ou Carlos Calvão.
Decididamente, Passos Coelho prepara a abdicação, pois, seguramente, se Cavaco não aceitar António Costa, Pedro Passos Coelho não aceitará ficar em Gestão.
Na economia, porque Paulo Portas não aceitou, avança uma figura desconhecida, sem perfil algum, caso de Morais Leitão que está sempre onde estiver Paulo Portas.
Paulo Portas, claro, fica vice – Primeiro- Ministro.
Destaque apenas para a Justiça que recorre ainda à “prata da casa”, mas, neste caso com peso específico, como é o caso de Fernando Negrão.
Há ainda dois independentes na Cultura e na modernização administrativa.
PF
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