Num momento dos mais lancinantes, dos menos mobilizadores, onde a fronteira da miséria e do desânimo andam de mãos dadas, cumprimos o dever cívico de exibir Homens que merecem destaque.
Hoje, infelizmente recentemente falecido, o Coronel, ex – CMDT do Regimento de Comandos, Pinho Bandeira,na imagem com o Coronel Raúl Folques, recentemente homenageado com a Torre Espada.
Um abraço a todos os Amigos e familiares de Pinho Bandeira.
PF
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A crise, que em parte não foi culpa nossa, mas que não soubemos lidar com ela; arrastou a Nação portuguesa para perda de valores que não terão retorno. Até 1974 Portugal era um país respeitado; tenho provas disso, porque por inerência da minha atividade profissional, lidei com Estadistas de todo o Mundo, incluindo vários Reis, Presidentes e Altas patentes Militares. No Reino Unido, onde trabalhei com o Bastonário da Ordem de advogados do Reino e Presidente do Mercado de Valores da City; me disseram que Portugal era dos países mais conceituados do Mundo; e que o Exército português era dos mais eficazes daquela época. É preciso que se entenda, que o exército português não perdeu a guerra de África; foi o poder político que o mandou regressar. O mesmo poder, que em 40 anos colocou Portugal no fim da linha do desenvolvimento, na frente em pobreza, em divida pública, em analfabetismo, em malcriadez, em corrupção, e na ineficácia da justiça.