O país que se nos apresenta, obriga a reflexões urgentes, despidas de partidarite.

Para onde nos viremos, o desânimo é total.

Vejamos alguns dados essenciais que marcam o dia a dia e o rumo:

. Há 1,4 milhões de portugueses com pensões inferiores a 419,0 euros, abaixo significativamente do salário mínimo nacional, ele próprio impeditivo de uma vida minimamente decente.

Apenas 631 pessoas possuem reformas superiores a 5000 euros.

Para quando a reforma máxima, bastante abaixo dos 5 000 euros ?

Em 2014 foram gastos em pensões 15,9 mil milhões de euros e a idade média dos reformados da segurança social é de 73,9 anos.

Naturalmente, o suicídio cresce, maioritariamente nos homens e, em 2014 houve mais de 700 portugueses a porem fim à vida.

621 000 portugueses não trabalham (dados IEFP) número que não ínclue os que desistiram já e ainda mais de 1 milhão emigraram nos últimos anos.

Boas práticas

A Câmara de Lisboa pretende dar casas a 200 sem-abrigo;

Ferro Rodrigues, Presidente do Parlamento prescinde dos 4 topos de gama utilizadas pela ex – Presidente do Parlamento, reformada aos 42 anos e já colocada no estrangeiro.

Se o exemplo pegar, serão centenas de automóveis a parar, mas não acreditamos que os nossos políticos sigam o exemplo de Inglaterra onde a bicicleta e o transporte público são utilizados pelos colegas.

O Deputado do PS, Ascenso Simões escreveu ao Parlamento a prescindir das mordomias habituais nos Deputados.

Conexões

O nosso ainda Presidente é um dos mais gastadores do mundo, ganha mais que Obama, gasta mais que a generalidade das Casas Reais.

Seria fácil continuar a incluir dados desastrosos, vergonhosos, mas ficamos por aqui na esperança que o novo governo a apresentar depois da queda do que hoje toma posse ainda com Pedro Passos Coelho possa dar exemplos sérios de mudança.

Até lá, aguardamos…

...ainda unidos...

…ainda unidos…

PF

 

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