Restauração da Independência, mais precisamente A Restauração de Portugal como país soberano, é o nome que se dá ao golpe de estado revolucionário ocorrido a 1 de dezembro de 1640, chefiado por um grupo designado de Os Quarenta Conjurados e que se alastrou por todo o Reino, pela revolta dos portugueses contra a tentativa da anulação da independência do Reino de Portugal pela governação da dinastia filipina castelhana.[1] Como vem a culminar com a instauração da 4ª Dinastia Portuguesa – a casa de Bragança – com a aclamação de D. João IV – também é corretamente designado como A Aclamação da Independência de Portugal.(Wikipédia).

É verdade, recordamos a data que devemos recordar, mas ao sabor dos novos tempos, consolidados e em plena pandemia, preferimos hoje centrar-nos nos “novos ventos da história” visando o futuro e o presente, também o passado mais recente.

Com efeito, “…o tempo de Espanha nem bom vento nem bom casamento“, é passado.

A ascensão do Rei Dom Juan Carlos e posteriormente de Seu Filho Dom Felipe VI, vieram amainar esses ventos e dar~lhes uma nova direcção.

Com a chegada a Presidente do Conselho de Espanha de D. Adolfo Suárez ( 3/6/76 a 22/8/81) e depois de D. Felipe Gonzalez (2/12/82 a 5/5/96), as coisas viraram completamente e a amizade com Espanha, depois a cooperação, vieram para ficar.

D. Adolfo Suárez

D. Felipe González

Seguiram-se D. José Maria Aznar (5/5/96 a 17/8/2004), seguido de José Luis Rodrigues Zapatero ( 17/8/2004 a 21/12/2011), Mariano Rajoy de (21/12/2011 a 2/6/2018) e actualmente D. Pedro Sanchez (2/6/2018 actualidade), alteraram em definitivo os propósitos iberistas que devemos consolidar.

Importa tudo fazer para a cooperação se acentuar e a recente medida em implementação das Fronteiras Transfronteiriças são medidas que se aplaudem.

Passou o tempo do belicismo ibérico, das guerras fratricidas e da heriocidade balofa.

Hoje, os povos de ambos os lados querem conhecer-se melhor, cooperar e melhorar as vidas.

Pena que não tenhamos ainda conseguido tornar Olivença de facto uma terra mais portuguesa e, pensamos isso não será mais possível, pois a generalidade dos Oliventinos querem permanecer Espanhóis. Podemos consolidar esse desiderato criando um Estatuto Especial, politicamente aceitável e é nesse sentido que devemos caminhar. Para nós hoje, este é o Feriado que queremos celebrar, com os propósitos enunciados anteriormente.

Paulino Fernandes

Director.

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